Bruna Buffara
Criadora de conteúdo do Meio. Formada em Design pela UTFPr, já trabalhou em startups no Vale do Silício e no Brasil. Ganhou experiência trabalhando com influenciadores e com comunicação.
Criadora de conteúdo do Meio. Formada em Design pela UTFPr, já trabalhou em startups no Vale do Silício e no Brasil. Ganhou experiência trabalhando com influenciadores e com comunicação.
Em um mundo que valoriza a produtividade acima de tudo, como escapar da sociedade do cansaço? Na Curadoria de hoje exploramos o ócio criativo, o nadismo e o direito ao descanso. De De Masi até o agora. Será que fazer nada é um luxo ou uma necessidade? Assista já.
Walter Salles fez história e venceu o primeiro Oscar do Brasil. Ainda Estou Aqui é histórico por si só, retrata um pedaço da cultura brasileira com o conto da família Paiva. O filme ainda termina com uma nota: a de que nenhum militar foi punido pelos acontecimentos com Rubens Paiva. O Oscar é nosso.
O Vaticano divulgou, neste domingo (2/3), um novo boletim médico sobre o estado de saúde do papa Francisco, internado há 16 dias. Segundo a Santa Sé, o pontífice permanece estável, sem febre, e não precisou de ventilação mecânica, apenas de oxigenoterapia de alto fluxo. Francisco participou de uma missa com a equipe médica que o acompanha e alternou momentos de repouso com orações. Em mensagem divulgada durante o Angelus, o papa agradeceu as orações dos fiéis e os cuidados dos profissionais de saúde. Ele também pediu paz para regiões em conflito, como Ucrânia, Palestina e Sudão.
Microtraição: o termo que transformou curtidas e mensagens em crimes amorosos. Será que o problema é a traição ou o controle disfarçado de ciúme? Na Curadoria de hoje, Bruna Buffara investiga como a pressão por senhas, localização e acesso a contas se torna um sinal de alerta em relacionamentos.
Na Curadoria de hoje fazemos uma pergunta: por que está tão difícil pesquisar no Google? Como o SEO e a IA criam obstáculos para a busca pela informação online? E por que o TikTok virou o "Google dos desesperados"? Hoje mergulhamos no colapso dos algoritmos, na ascensão dos bots e nas armadilhas da desinformação.
Sabe aquele jogo de tabuleiro que marcou sua infância, aquele que ficava ao lado de War e Detetive? O Banco Imobiliário é muito mais do que uma partida longa que faz você odiar seus primos. É uma história repleta de trapaças, roubos e obsessões. Desde sua criação nos Estados Unidos até sua chegada ao Brasil, o jogo se envolveu em uma trama judicial que parece não ter fim.
No Pedro+Cora do dia 13 de fevereiro de 2025, a jornalista Cora Rónai recebe Bruna Buffara, criadora de conteúdo do Meio. No papo, falam sobre o banimento de Cora do jogo Pokémon Go, ser considerado ou não gamer por jogar games de celular ou de simulação, o aniversário de 25 anos da franquia de The Sims e seus novos lançamentos, o acesso antecipado a Civilization VII e as diferentes gerações e suas perspectivas sobre jogos diversos.
Banco Imobiliário é muito mais do que ir à falência e odiar seus primos — é uma saga de roubo, trapaças e obsessão. Por gerações, o Monopoly (conhecido no Brasil como Banco Imobiliário) tem sido o jogo de tabuleiro favorito dos americanos, uma carta de amor ao capitalismo desenfreado. Ao contrário da lenda popular difundida pela Parker Brothers, a história secreta do jogo envolve uma feminista radical, uma comunidade de quakers em Atlantic City, a maior empresa de jogos da América e um engenheiro desempregado da era da Grande Depressão. Parte história de detetive, parte crítica social e parte celebração da cultura pop, Banco Imobiliário: A História Secreta é um documentário que apresenta a fascinante história real por trás do jogo favorito dos EUA. Disponível para assinantes premium no streaming do Meio.
No intervalo do Super Bowl 2025, Kendrick Lamar transformou o palco em um manifesto artístico e político, desafiando o status quo e entregando uma performance que vai além do entretenimento. Com a presença de Donald Trump na plateia e uma conjuntura americana tensa, Lamar usou sua música para falar sobre racismo, desigualdade e a luta por justiça — tudo isso enquanto 120 milhões de pessoas assistiam.
O principal rival do Brasil no Oscar é carregado de drama e controvérsia. Em Emilia Pérez, a advogada Rita (Zoe Saldaña) é recrutada para ajudar Juan Del Monte, chefe de um cartel, a desaparecer e assumir sua verdadeira identidade: Emilia Pérez. O filme, que mistura drama e musical, foge do óbvio ao explorar temas como identidade, redenção e autenticidade. Mas na corrida pelas 13 estatuetas a que está indicado, os atributos (ou as falhas) do filme têm ficado em segundo plano e o que tem se destacado mesmo são as polêmicas extra-tela. Karla Sofía Gascón, a protagonista, foi afastada da publicidade pela Netflix depois que antigos tuítes seus emergiram com frases consideradas racistas e de ela se justificar e chorar em entrevistas sem o aval dos chefes na Tudum. Gascón disputa na categoria de melhor atriz com Fernanda Torres, por Ainda Estou Aqui.