Desocupação cresce e atinge 6,5% da população
A taxa de desocupação subiu para 6,5% no trimestre encerrado em janeiro, um aumento de 0,3 ponto percentual em relação ao período de agosto a outubro, revelou o IBGE. Apesar da piora no curto prazo, a desocupação está abaixo dos 7,6% registrados em janeiro de 2024. O país tem hoje 7,2 milhões de pessoas sem trabalho, um crescimento de 5,3% no trimestre. Na comparação anual, 1,1 milhão de brasileiros saiu da estatística, uma queda de 13,1%. No setor formal, o número de trabalhadores com carteira assinada ficou estável no trimestre, mas cresceu 3,6% no ano. Já os sem carteira diminuíram nos últimos meses, mas ainda são 13,9 milhões, um aumento de 3,2% na comparação anual. No setor público, houve um corte de 2,8% dos postos no trimestre e um crescimento de 2,9% no ano. A taxa de informalidade recuou para 38,3%, o que significa que 39,5 milhões de trabalhadores não têm vínculo formal. Já a população desalentada, aquela que não conta como desempregada, pois desistiu de procurar emprego, cresceu levemente no trimestre, saindo de 2,7% para 2,8%. O rendimento médio do trabalhador subiu 1,4% no trimestre, atingindo R$ 3.343, além de ter subido 3,7% no ano, enquanto a massa de rendimentos cresceu 6,2% na comparação com 2024. (Meio)