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Trump aprofunda guerra comercial com tarifaço e mercados reagem

Ontem o mundo parou por cerca de uma hora pra assistir a Donald Trump disparando tarifas de ao menos 10% para produtos importados de 185 países. O Brasil ficou entre os países que terão o produtos taxados em 10%, o mais baixo do pacote. O maior peso recaiu sobre os asiáticos. Economias como Vietnã, Camboja e Taiwan terão seus itens taxados em mais de 30%. A mais prejudicada é a China, que já havia sido sobretaxada em 20% e terá uma tarifa total de 54%. Trump prometeu que as medidas vão gerar “US$ 6 trilhões em investimentos”. A afirmação contestada por especialistas, que dizem que as tarifas serão pagas por empresas e consumidores americanos. Em comunicado, o Itamaraty lamentou a decisão e rejeitou o argumento de “reciprocidade comercial” usado por Trump. O texto destaca que ao longo dos últimos 15 anos, os americanos acumularam superávit de US$ 410 bilhões no comércio com o Brasil. O governo Lula não descarta um recurso à Organização Mundial do Comércio. O Central Meio recebe hoje a economista Zeina Latif.

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